domingo, 16 de junho de 2013

O Início de uma Experiência Assustadora com meu Inconsciente

Na semana passada eu comecei a descrever o número 3 dentro de um sistema de numerologia de 18 símbolos (no post A Deterioração e sua Relação com o Número 3) e, conforme prometi, vou iniciar o detalhamento de como esta deterioração se desenvolveu em meu caminho de magia.

Eu me encontrava novamente em um momento de “estaca 0” no que diz respeito às realizações físicas e concretas (perceptíveis na realidade mundana, e não somente na realidade invisível que diz respeito à magia). Eu havia vivido um período de experiências novas, onde eu escrevi alguns ensaios esotéricos, e conheci pessoas de um novo contexto, relacionado à Bruxaria (descritos nos posts Sabedoria e Entendimento e também em O Número 2 e sua Relação com meus Primeiros Contatos com a Bruxaria). Mas tudo aquilo havia passado e eu estava de volta à uma mesma rotina e os problemas do cotidiano se tornavam cada vez mais a tônica do meu dia-a-dia naquela época.

Então, uma amiga bruxa me deu a ideia de experimentar o pêndulo de radiestesia. Ela havia dito que um pêndulo de metal seria ideal porque me pouparia do trabalho de “limpá-lo”, removendo vibrações anteriores, por assim dizer. Hoje em dia eu sei que em caso nenhum esta limpeza é necessária, a menos que se acredite que seja (é uma necessidade do indivíduo, e não do pêndulo).

É necessário dizer que um pêndulo nada mais é do que um peso ligado a um pequeno cordão (e suspenso quando alguém segura o cordão). Normalmente este cordão é metálico e o peso, em si, é um cristal com uma certa simetria, mas também pode ser um peso de metal (igualmente com uma certa simetria). Os pêndulos são comumente utilizados para obter respostas a perguntas ou para avaliar as “vibrações” de algum objeto em questão, dependendo de como gira o pêndulo, seja para a esquerda ou para a direita (pois sendo um peso suspenso por um cordão, seu movimento mais simples é girar quando sob um certo impulso), ou então dependendo para qual direção ele aponta (quando se move sem girar, como que passando sobre uma linha reta, sem deslocar-se para a esquerda, nem para a direita).

Existe muita fantasia sobre o pêndulo, supondo que ele de fato meça as “vibrações” daquilo que se quer mensurar, mas o que ocorre mesmo é muito mais simples. O sistema nervoso produz pequenas vibrações, imperceptíveis conscientemente, que acabam se comunicando pela linha que suspende o peso e gradualmente o faz mover-se, acelerando-o ou desacelerando-o. Em outras palavras, a resposta é dada por aquele que segura o pêndulo e não depende de fatores externos e sim, pura e simplesmente, de quem o está segurando. É uma via de comunicação com o inconsciente, que pode (ou não) responder de forma coerente com a realidade.

Cabe ressaltar que pode-se provocar um movimento no pêndulo concentrando-se nesse movimento. Isto demanda uma certa dificuldade a princípio, mas vai se tornando cada vez mais fácil. Alguns chamam este processo de “programar o pêndulo”, mas verdadeiramente se trata de programar o próprio sistema nervoso para que interaja com ele. Este é, na realidade, o primeiro procedimento quando se adquire este objeto.

Porém eu ainda não sabia de nenhum destes conceitos e segui o conselho de minha amiga, adquirindo um pêndulo metálico porque eu acreditava que, se não fosse metálico, eu necessitaria limpá-lo de suas vibrações anteriores com uma certa frequência. Já com um pouco de prática eu conseguia movimentá-lo e me sentia estupefato. Eu pensava, naquela época, que aquela experiência era uma prova concreta do sobrenatural (o que não era, conforme as explicações que já passei) mas, na realidade, quase todo mundo que experimenta o pêndulo pela primeira vez tem essa mesma reação.

Comecei então a fazer medições (acreditando realmente que media algo externo a mim) e a fazer perguntas do tipo “Sim/Não/Não posso responder”. Levou pouco tempo para que eu criasse um esquema de letras estruturadas de forma tal que o pêndulo acabasse apontando para as mesmas no final, formando palavras e frases quando combinando as letras. Eu testei este esquema e, para minha surpresa, funcionou depois de algumas tentativas (tudo, no que diz respeito ao pêndulo, se resume a preparar seu próprio sistema nervoso). Eu tinha um canal, então, com meu próprio inconsciente, mas eu não sabia disso. Eu estava apenas tentando me comunicar com alguma coisa que não sabia o que era. Era um tipo de brincadeira, por assim dizer, mas que me levaria a uma experiência bem séria.

É típico como que em magia frequentemente experimentamos coisas que não compreendemos totalmente, e como que isso pode nos causar experiências desagradáveis. Porém a iniciação com o Santo Anjo Guardião (confira meu post Falando de Minha Própria Iniciação na Magia) nos orienta e nos protege de nos “ferirmos” além de um ponto que não possamos lidar. No entanto, sem esta iniciação, somos frágeis demais. Esta é a iniciação mais importante, mas há outras, sendo algumas com um sentido mais específico com relação à proteção, sobre as quais eu irei comentar quando for apropriado dentro de uma cronologia.

No próximo post, eu vou começar a expor a respeito de como foi este contato que realizei utilizando o pêndulo. Para quem deseja ver outros posts relacionados à numerologia (este atual inicia a descrição do número 3 em meu próprio caminho de magia), fica aqui este link.

sábado, 8 de junho de 2013

A Deterioração e sua Relação com o Número 3

Continuando a descrição do sistema de numerologia de 18 símbolos (18 números) que comecei a definir a partir do post Algumas Bases Numerológicas, vou introduzir agora o número 3. Eu venho descrevendo as percepções que tive da influência de cada número no meu próprio caminho de magia, começando com o encontro com o Sagrado Anjo Guardião (que descrevi no post Falando de Minha Própria Iniciação na Magia, e que relacionei ao número 1 em Compreendendo o Número 1 no Sistema de Numerologia de 18 Símbolos), e prosseguindo depois para o número 2 (no post O Número 2 e sua Relação com meus Primeiros Contatos com a Bruxaria).

O número 1 é cardinal (gera o esforço para criar algo novo, ainda inexistente). O número 2 é fixo (estabelece e mantém algo, tendo um sentido de persistência). Já o número 3 é mutável (tem o sentido de desfazer algo, abrindo possibilidades novas). Quando o número 3 se manifesta, logo a princípio tudo parece idêntico ao que se estava acostumado a fazer antes de viver a experiência nova que o número 2 havia propiciado. Como se a novidade (a imersão em novos e estimulantes contextos e desafios) tivesse apenas deixado de existir e tudo voltasse a ser como antes. Porém esta é uma impressão enganosa.

Sim, a experiência do número 2 passou e a rotina parece ter retornado, mas o número 2 revelou algo sobre si mesmo, algo do que se é capaz, e nós mesmos estamos transformados após termos vivido o número 2. Não somos mais iguais. Assim, embora o número 3 comece se manifestando como uma mesma rotina que retorna, não nos encaixamos mais nessa rotina, e começa um processo de deterioração. As pessoas e situações começam a revelar dissonâncias, com pequenos atritos surgindo e, muito embora todos possam estar fisicamente presentes, começam a se separar e o que era antes um todo coeso passa a se fragmentar. Nesse processo, verdades são reveladas, sejam verdades de si mesmo (e que ocultava-se dos outros), ou verdades de outras pessoas (das quais não se tinha consciência). Como resultado, o que sobra no final é mais verdadeiro, sendo uma base firme para por mãos a obra e começar um processo de reconstrução.

O número 3, quando associado à data de nascimento de uma pessoa, estimula os atributos mencionados acima na forma de pensar e agir desta pessoa, tornando-a alguém que valoriza muito mais a essência do que a aparência nas relações com os demais, nas mais diversas situações. Pessoas que têm a influência deste número percebem facilmente a hipocrisia quando interagem e revelam claramente quais são seus princípíos, mesmo que isto lhes custe quebrar alguns laços. O que quer que estas pessoas construam é fundamentado em relações sinceras e, caso tenham construído algo que tenha se encaminhado para relações superficiais, simplesmente se desligam gradualmente do que realizaram.

No meu caminho da magia, o número 3 começou com a finalização da minha participação no site YogaBrasil (que descrevi no post Sabedoria e Entendimento e também em O Número 2 e sua Relação com meus Primeiros Contatos com a Bruxaria). Eu já não estava mais em ressonância com as pessoas que vinha travando contato e um de meus artigos já havia sido rejeitado (ou melhor, não foi publicado). Eu percebi minha própria dissonância e fui diminuindo o contato com o passar do tempo. De repente, a novidade que o número 2 havia trazido à minha vida passou, e eu tinha retornado à minha rotina simples do tipo casa/trabalho, e trabalho/casa. Continuava só, consciente que havia vivido algo especial, mas me perguntava: “Qual o sentido disso? Porque, ao invés de me envolver mais, eu acabei retornando ao ponto de partida?”.

Eu não sabia ainda reconhecer a qualidade de cada momento (que estou expondo aqui, ao explicar este sistema de numerologia). O número 3 estava apenas começando a se revelar e minha rotina estava prestes a começar a se deteriorar. Nos posts que se seguirão eu vou descrever detalhadamente como foi esse processo.

Para quem deseja ver todos meus posts relacionados à numerologia, fica aqui este link. Eu vou disponibilizá-lo sempre que eu tratar deste tema.

sábado, 1 de junho de 2013

O Número 2 e sua Relação com Meus Primeiros Contatos com a Bruxaria

Após estudarmos o número 1 (no post Compreendendo o Número 1 no Sistema de Numerologia de 18 símbolos), vamos então para o número 2. O número 2, com sua natureza fixa, estabelece algo, concretizando-o, mas aquilo que é concretizado não é exatamente sólido (estrutural), nem é uma experiência emocional, nem é um estado de consciência especial. Na realidade, o que é concretizado pelo número 2 é uma vivência: uma experiência nova, dentro de um contexto diferente, que é vivida intensa e extensamente. Nesta vivênvia você percebe algo de si mesmo e do que realmente é capaz de realizar. É a descoberta de seu próprio mérito quando diante de um desafio realmente novo.

As pessoas que têm este número associado às suas datas de nascimento (descubra como calcular também no post Compreendendo o Número 1 no Sistema de Numerologia de 18 símbolos) são pessoas cujas atitudes e pensamentos se identificam com o número 2, e que se permitem mergulhar de cabeça em experiências novas e intensas, aprendendo algo sobre si mesmas, e frequentemente têm a sensação de terem realizado algo especial, ou seja: de terem provado seu próprio valor. Isso inúmeras vezes.

No meu caminho pessoal na magia, eu vivi nitidamente o número 2 quando me aventurei a escrever os Ensaios Esotéricos para o site Yogabrasil. Eu contei parte desta história aqui, no post Sabedoria e Entendimento do blog O Mestre Que Nada Sabe, mas certamente há mais a dizer do que foi exposto ali, tão sumariamente. Na realidade, o contato que eu tive com a Eloísa Vargas, e com outras pessoas, trouxe à minha consciência o que de fato é a Bruxaria.

Durante a minha infância, eu cresci com aquelas ideias de contos de fadas onde eram separadas as fadas e as bruxas, nos quais as fadas sempre eram boas e as bruxas sempre más, ainda que, pensando um pouco na literatura infantil, no livro O Maravilhoso Mágico de Oz (The Wonderful Wizard of Oz) de Lyman Frank Baum, já apareciam os termos “bruxa boa” e “bruxa má” (revelando talvez um início de dissolução do preconceito em relação à Bruxaria). Essa era então a bagagem que eu tinha em minha mente sobre as bruxas até quase meus 30 anos de idade. Então aconteceu de que eu de fato conheci duas amigas bruxas e, mais tarde, no breve período em que estive em contato com o Yogabrasil, eu pude compreender do que realmente se trata a Bruxaria.

A Bruxaria é extremamente bela em seus conceitos, mas de uma forma que não parece tão clara para quem a vê de fora. Nela existem a Deusa (a qual representa todas as deusas) e o Deus Cornífero (o qual representa todos os deuses), sendo este o consorte da Deusa. A princípio pode parecer que a Deusa e o Deus sejam distintos dos outros seres (como que meros mortais), mas a ideia não é essa. Na realidade a Deusa é a consciência que interliga e harmoniza todas as coisas, identificada com o planeta Terra e com a Lua. É por isso que ela é tão grandiosa, e tão central na Bruxaria. E também é por isso que o papel das mulheres é tão valorizado e distinto na mesma: as mulheres representam a Deusa.

Já o Deus Cornífero simboliza a totalidade dos atos individuais que buscam renovar o todo. Ele nasce da Deusa, sendo seu filho, e mais tarde será também representado no masculino que corteja o feminino, e também no masculino que se une ao feminino, fecundando-o e renovando-o. Toda essa simbologia é associada aos ciclos da passagem do ano, que se relacionam com os incessantes movimentos de nascimento e morte representados pelas estações do ano (primavera, verão, outono e inverno).

Se há algo que não há na Bruxaria (quando interpretada de forma consciente), é a idolatria. Idolatria é adorar algo acima de si mesmo, colocando-se abaixo. É desvalorizar a si para valorizar outro objeto. Na Bruxaria, Deusa e Deus são vivos em todos os seres. Somos Deusa e Deus. É como se fizéssemos parte de um mesmo corpo. Só que, nessa analogia, existem partes distintas, umas mais conscientes e outras menos (da mesma forma Deusa e Deus existem também como consciências, e são acessíveis). A Bruxaria, portanto, é essencialmente uma visão panteísta, onde tudo é divino. O meu post Quando Tudo é Divino: um Universo sem Criador e sem Criatura expõe também uma visão panteísta, porém não relacionada diretamente com a simbologia da Bruxaria, embora não seja contraditória à mesma.

Revendo a ação do número 2 no meu caminho da magia, eu me sinto bem ao perceber que foi justo no contexto da Bruxaria que eu vivi o desafio que este número me propôs, travando contato com pessoas ligadas à antiga religião, e ao mesmo tempo escrevendo meus Ensaios Esotéricos, que eram então publicados. Eu devo dizer que não conseguiria descrever toda a extensão da Bruxaria neste post se eu assim o desejasse. Há muitos mistérios, sendo que alguns eu tive o mérito de compreender, e há uma multitude que estão além do meu alcance. Somente como exemplo, perceba que a Bruxaria envolve certamente a magia com elementos da natureza porque ela diz respeito a tudo o que há, mas ela não nega outros tipos de crença e de expressão pois, ao envolver tudo, também aceita esta diversidade. Assim, rotulá-la é sempre um erro.

No próximo post, eu vou falar a respeito do número 3 no sistema de numerologia de 18 símbolos e, a partir deste número, vou dar continuidade à narrativa do meu caminho na magia, contando novos fatos. Como eu citei uma vez, no post Algumas Bases Numerológicas, o caminho de um mago sempre é pautado por um ciclo que envolve constantemente buscar algo novo, sedimentar e estabelecer algo, e então desvencilhar-se do que fez para poder prosseguir adiante. Estas três ações são as bases de um sistema de numerologia e eu procurei mostrar que isso já vem sendo percebido pela humanidade há muitos milênios (no post Goécia: Refletindo Sobre o que Marginalizamos no Inconsciente).

sábado, 25 de maio de 2013

Percebendo as Diversas Relações Dentro de Si

No post anterior (Compreendendo o número 1 no Sistema de Numerologia de 18 Símbolos), eu demonstrei uma forma de calcular o número ressonante à uma data de nascimento utilizando o sistema de 18 símbolos, com a ressalva de que este número diz respeito ao ego na personalidade humana (aquela parte de nós que se relaciona com nossas atitudes e pensamentos mais frequentes), e não ao ser humano como um todo. Há outros aspectos da personalidade que podem ser (ou não) harmoniosos com o ego. Vou expor alguns destes aqui, utilizando a astrologia:

* o ego em si, definindo a forma de pensar e agir de uma pessoa - na astrologia, diz respeito ao Sol;
* os laços emotivos em geral, incluindo os laços de amizade - a Lua;
* o uso da razão, e portanto também a sua capacidade de aprendizado - Mercúrio;
* a capacidade de amar e admirar. A “química” amorosa entre duas pessoas, porém também a capacidade de admiração desinteressada por alguém (verdadeiramente platônica) - Vênus.
* a habilidade de se impor: o uso de sua agressividade (não é necessariamente algo negativo pois sempre há momentos em que precisamos nos impor) - Marte;
* o poder de sentir-se estimulado e motivado - Júpiter;
* o poder de contribuir com seu trabalho, em sua profissão - Saturno;
* o poder de dar sentido à sua própria vida (sentido este que sempre é transcendente à lógica comum) - Urano;
* o poder de mudar os rumos de sua própria vida, quebrando planos pré-definidos e seguindo caminhos não-lineares - Netuno;
* as necessidades e aquilo que lhe satisfaz - Plutão.

Cada planeta diz respeito, portanto, a um aspecto específico de sua própria personalidade, sendo, o ego, o seu centro (o Sol). É óbvio que esta é uma lista ultra-simplificada, e até mesmo questionável, mas existe uma vantagem no fato dela ser assim: é que, com o passar do tempo, você vai poder analisá-la e acrescentar seus próprios detalhes, refinando-a, e poderá definir também o que cada um destes termos significa em sua própria vida.

O exercício que vou propor é, ao mesmo tempo, numerológico e astrológico. No post Verificando Afinidades Entre as Pessoas Através da Numerologia, eu demonstrei que existem relações harmoniosas entre os números quando considerados de três em três. Ou seja: [1, 4, 7, 10, 13 e 16] são ressonantes entre si e, da mesma forma, [2, 5, 8, 11, 14 e 17] têm também ressonância entre si e, igualmente [3, 6, 9, 12, 15 e 18] têm o mesmo tipo de ressonância. Quando pensamos nos anos (tais como 2010, 2011, 2012, 2013, etc), devemos considerar que estes também possuem uma influência numerológica e, a cada três anos, esta influência apresenta semelhanças (embora não sejam influências idênticas).

Podemos afirmar, então, que o ano de 2013 é ressonante com 2010, com 2007, com 2004 e com outros anteriores, sempre variando de três em três. E também podemos dizer que 2012 é ressonante com 2009, com 2006, com 2003 e outros que se passaram, de acordo com o padrão de três em três anos. E, é claro, podemos dizer que 2011 é ressonante com 2008, e com 2005, e com 2002, e outros anteriores variando de três em três.

Tomemos, por exemplo, o ano de 2012. Como foi em relação às amizades? Foi um ano bom ou não? Como este ano foi no amor? Como foi no uso de sua agressividade? Como foi em relação à sua motivação? E em relação ao trabalho? E às suas necessidades?
Se você verificar a influência de 2009 (que é ressonante com 2012) verá que há uma certa semelhança na qualidade de cada um dos aspectos simbolizados pelos planetas em sua vida (e também em 2006, 2003, etc).
Com este exercício você poderá aprender até mesmo sobre aspectos mais sutis, como sua capacidade de raciocinar e aprender, sobre o sentido de sua própria vida, e sobre sua capacidade de mudar os rumos que definiu para si.

E talvez consiga separar todos estes aspectos, distinguindo-os de seu próprio ego, conseguindo compreender quem é este ego à parte de tudo isso. Normalmente é difícil realizar esta tarefa. Comumente há setores de nossas vidas com os quais nos identificamos (o trabalho, as amizades, e o amor, por exemplo) e que acabamos acreditando que somos estes setores, quando na realidade eles se relacionam conosco. Na verdade não somos o ego: somos todos estes aspectos e muito mais. Porém, uma forma de começar a aprender sobre si mesmo principia pelo entendimento destas estruturas que existem dentro de nós e que se manifestam externamente.

Utilizando o ano de 2012 como referência (e comparando com 2009, 2006, 2003, etc), realize o exercício descrito acima. Procure escrever o que descobrir.
Faça o mesmo também utilizando o ano de 2011 como referência (e comparando com 2008, 2005, 2002, etc) para perceber outro padrão de influências.
E faça o mesmo com 2010, 2007, 2004, etc. Assim poderá realizar uma previsão para 2013.

Os aspectos que forem influenciados positivamente de forma simultânea (ou negativamente de forma simultânea)  são relacionados e se harmonizam. Já a situação de um aspecto que é influenciado positivamente enquanto outro é influenciado de forma negativa, revela aspectos dissonantes entre si.  Também haverá situações em que você perceberá que o início de um estimúlo positivo (ou negativo) não ocorre exatamente no começo do ano. Com esta informação você saberá em que período do ano uma transição ocorre.

No entanto, é preciso ter alguns cuidados. Cada ano tem seu estímulo, mas os resultados dependem de sua resposta a estes estímulos. Se você perceber que não há respostas positivas em algum setor de sua vida (em todos os anos que tenha verificado), isso significa que é um setor reprimido ou que apresenta grandes dificuldades de expressão. Por outro lado, se você perceber um padrão que considere negativo e conseguir prevê-lo, você pode se precaver no sentido de amenizá-lo.

Este não é um exercício fácil mas pode contribuir muito para o conhecimento de si próprio e, ao mesmo tempo, proporcionar um melhor entendimento sobre o efeito cíclico da passagem dos anos nos diversos aspectos de sua vida. Rever os anos vividos pode parecer difícil mas é uma prática essencial para amadurecer o conhecimento na numerologia e na astrologia pois, em ambos os casos, aprende-se muito quando se é capaz de ter a si mesmo como referência.

sábado, 18 de maio de 2013

Compreendendo o número 1 no sistema de numerologia de 18 símbolos

Conforme prometi na semana passada, hoje eu vou abordar o significado do número 1 dentro de um sistema de numerologia de 18 símbolos (ou 18 números). Nós viemos definindo as bases para esse sistema desde o post Algumas Bases Numerológicas (onde eu demonstrei o porquê de termos chegado a estes símbolos). Então, após eu ter demonstrado uma forma de experimentação da numerologia utilizando datas de nascimento (no post Verificando Afinidades Entre as Pessoas Através da Numerologia), eu procurei demonstrar como a numerologia de 18 símbolos pode ser relevante dentro do caminho do mago (no post Goécia: Refletindo Sobre o que Marginalizamos no Subconsciente), porém não que seja exclusiva deste caminho.

O número 1 representa o princípio: o começo de uma nova iteração de um ciclo. Assim, dentro de um ciclo, este número é um marco que estabelece o ponto em que um significado anterior já passou (a iteração do ciclo que findou no número 18) e onde uma nova iteração já está ocorrendo, com significado próprio, mesmo que este significado não possa ser ainda compreendido em toda sua extensão. No número 1 já existe o fundamento do que se sucederá após ele através dos próximos números, porém ainda se trata de algo potencial que ocorre principalmente em um âmbito pessoal. É o princípio da consciência se expandindo como que amparada por uma nova estruturação se formando. Em adição aos atributos citados, devemos lembrar também que o número 1 tem uma natureza cardinal, a qual busca criar algo novo, produzindo a ação neste sentido. Dessa forma, sua função não é sustentar algo, nem destruir, e sim causar uma mudança.

No caminho do mago o número 1 vai se repetir várias vezes (assim como os demais números), mas a iteração mais marcante é a experiência de iniciação com o Sagrado Anjo Guardião (veja o post Falando de Minha Própria Iniciação da Magia para verificar meus pontos de vista pessoais neste sentido). Observe que a iniciação possui todos os atributos deste número, afinal trata-se de um marco onde o significado anterior se concluiu (o que correspondeu ao período de congruência interior, até a iniciação) e um novo significado está sendo descoberto. Este significado será descrito em outros posts, os quais o discriminarão detalhe por detalhe e, no final, vamos obter uma síntese. A iniciação também é ressonante com o número 1 no sentido de que ela representa o começo da construção de um novo fundamento para a consciência do mago, o qual ainda não pode ser completamente apreendido quando a mesma ocorre, mas que determinará todo o caminho que será seguido a partir dali.

Quando alguém nasce em uma data ressonante com este número, os atributos deste se identificam com a personalidade da pessoa (o que acontece também com qualquer outro número ressonante a uma data de nascimento específica). É uma associação à personalidade (mais especificamente o ego, que diz respeito à forma de pensar e agir de maneira geral) e não aos efeitos que esta personalidade causa. Estes efeitos podem ser verificados através de previsões numerológicas que têm a possibilidade inclusive de serem combinadas a um mapa astrológico. Porém estes são temas que eu vou abordar bem mais para frente no blog. Por ora, vamos nos concentrar em compreender o que significam estes números. No caso do número 1, quando se identifica com a personalidade de uma pessoa, ele a estimula a ser idealista, com a visão direcionada para uma transformação futura. São pessoas que trazem esta transformação dentro de si e que buscam causá-la no mundo, embora não sejam capazes de compreender todas as implicações desta transformação.

No post Verificando Afinidades Entre as Pessoas Através da Numerologia foi realizado um teste de afinidades com base em um sistema numerológico de 9 símbolos associado às datas de nascimento, o que não é eficaz para identificar qual número é ressonante à sua data de nascimento utilizando o sistema de 18 símbolos que estamos abordando. Eu vou realizar aqui um exemplo, com minha própria data de nascimento através de um método pouco comum (que utiliza divisão ao invés de puramente somar), mas eficaz. No meu caso eu nasci em 01/06/1970. Para realizar o cálculo, devem ser executados os seguintes passos:
1. Some dia, mês e ano. No meu caso é 1 + 6 + 1970, que resulta em 1977.
2. Execute a divisão por 18, isolando o resto. No meu caso, a divisão de 1977 por 18 resulta em 109 com 15 de resto.
Observação: Se você utilizar uma calculadora, não é tão simples obter o resto. 1977 dividido por 18 resultaria, nesse caso em 109,8333333333. Nesta situação, para saber o resto, mutiplique somente a parte após a vírgula (0,8333333333) por 18, o que no meu caso resulta em 15. Se não houver número algum após a vírgula, o resto é 0.
3. Finalmente, se o resto for diferente de 0, o resto é o número ressonante à sua data de nascimento. Se o resto for 0, então o número é 18. Veja que, no meu caso, eu obtive o número 15 (na numerologia, com um sistema de 9 dígitos, eu obteria 6, o que é o mesmo que 1 mais 5).

É claro que estamos no primeiro número, o que infelizmente significa que vamos levar um bom tempo para estudarmos todos os números de 1 a 18. Porém, se desejar conhecer mais sobre seu número, entre em contato por e-mail e eu terei prazer em lhe passar mais dados (pmeneghjr@gmail.com).

Lembre-se que este número está relacionado ao seu ego, que diz respeito à sua forma usual de pensar e agir. Algumas pessoas confundem a forma pessoal de pensar e agir com a forma com que lidam no trabalho, ou que lidam com o amor, ou com os amigos, ou com a própria agressividade, etc. Na realidade estes são aspectos distintos da personalidade humana que algumas vezes são ressonantes e outras não. Na semana que vem eu vou propor um exercício prático para ajudá-lo a perceber como estes aspectos se integram dentro de você, complementando-se ou gerando atritos.

sábado, 11 de maio de 2013

Goécia: Refletindo Sobre o que Marginalizamos no Inconsciente

No post Algumas Bases Numerológicas eu demonstrei como o caminho de um mago pode ser pautado por um ciclo que se inicia pela busca de uma transformação visando criar algo novo, seguida por uma ação de fixação (no sentido de maturar algo que se criou mas ainda não possui solidez), e então seguindo-se da quebra de estagnações com o objetivo de que possa existir novamente a possibilidade de se buscar algo novo. Eu também demonstrei neste mesmo post o motivo da adoção de 18 símbolos (os números de 1 a 18) em um sistema de numerologia no qual este ciclo de três ações básicas se repetem diversas vezes. O que falta é responder a questão: porque isto ocorre? Porque estes números necessariamente irão fazer-se sentir no caminho do mago?

O motivo tem a ver com uma arte extremamente mal compreendida, tanto agora quanto no passado, que se denomina Goécia. Acreditava-se (e ainda acredita-se por muitos) que a Goécia tenha como objetivo subjugar demônios internos ocultos no inconsciente (isso seria feito por magos negros). O objetivo seria controlá-los e obter favores dos mesmos. O que se diz é que Salomão dominou estes demônios impondo-lhes o seu selo (que os continha). Segundo a Goécia, seriam ao todo 72 demônios. A questão é que estes demônios não são verdadeiramente demoníacos. A forma e natureza malígna que possuem nada mais são do que o conceito que criamos sobre o que nos é oculto no subconsciente, sobre o qual acreditamos não se encaixar com ideias simplistas do que é o "certo", sendo que tudo o que desafia este "certo" a transcender-se, passa a ser considerado "errado".

Lúcio Manfredi, roteirista da Globo, escreveu o artigo Uma Nova Goécia nos tempos em que mantinha seu blog O Franco-Atirador. Pena que o blog não existe mais. Digo isso porque o conteúdo que existia ali era exposto de uma forma única, com inúmeras referências bibliográficas, mas ao mesmo tempo de uma forma brilhantemente crítica. Lúcio Manfredi é um mago que teve seu encontro com o Sagrado Anjo Guardião, o qual ele denomina SAGA (veja meu post Falando de Minha Própria Iniciação na Magia para conhecer minhas próprias impressões a este respeito). Mesmo não existindo mais o blog do Franco-Atirador, ainda existe um outro blog referente ao ocultismo, criado pelo mesmo autor mas mantido por outros colaboradores: é o Anoitan (“Se sempre há um amanhã, sempre há um anoitã.”, na própria descrição do blog).

No meu post Expandindo a Consciência Além do Ego, eu ofereço alguns detalhes adicionais a respeito da chamada sombra (usando o termo de Carl Gustav Jung) que reprimimos e que se oculta dentro do insconsciente de todos nós. É interessante perceber que nem sempre estas forças foram consideradas malígnas, ou mesmo sequer benígnas. É o caso dos gênios, referidos na doutrina islâmica. Segundo a tradição, acredita-se que Salomão os conteve e subjugou através de seu selo. Por coincidência ou não, é justamente na surata de número 72 do Alcorão que é definida a natureza dos gênios (siga este link do site Conhecer o Islã para saber mais a este respeito). Existem também os 72 anjos cabalísticos (também conhecidos como gênios).

Mas qual é a relação entre o número 18 com o número 72? É simples: 72 é 18 vezes 4. Como vimos no post Algumas Bases Numerológicas, o número 18 refere-se a ciclos de tempo. Já o número 4 é uma alusão ao espaço (seja como os pontos cardeais indicando o Norte, o Sul, o Leste e o Oeste, ou seja como os tradicionais elementos da natureza, sendo estes o Fogo, a Terra, o Ar e a Água). O número 72 simboliza então: a ação no tempo (o número 18) combinada com a ação no espaço (o número 4). O mago, ao mesmo tempo que tem sua história no tempo, também tem no espaço. É a imagem de um círculo espaço-temporal que se repete e se expande cada vez mais, formando uma espiral que parte de si mesmo. Isso quer dizer que o ciclo de 18 números que determinamos como base de um sistema de numerologia é algo para ser vivenciado inúmeras vezes (não pense apenas em quatro vezes por causa do número 4, pois os símbolos não são literais), como que caminhando por uma espiral.

Na semana que vem eu vou começar a descrever este ciclo que vai do número 1 ao número 18. O objetivo é aprofundar cada pequeno elemento de uma curva única e isolada da espiral, formando todos estes elementos, juntos, 360 graus, tendo em mente que esta espiral tende a se expandir, repetindo-se novamente. Esta experiência cíclica (na qual se interage com o inconsciente) é o verdadeiro sentido que se oculta na Goécia.

sábado, 4 de maio de 2013

Verificando Afinidades Entre as Pessoas Através da Numerologia

Hoje, conforme eu prometi na semana passada, eu vou colocar aqui uma atividade prática que diz respeito à numerologia, algo que qualquer pessoa pode fazer apenas utilizando um método simples. Eu acredito que uma das atividades mais fáceis nesse sentido seja determinar a "afinidade" entre duas pessoas utilizando suas datas de nascimento. É claro que eu vou colocar também uma base teórica para que você possa entender o fundamento deste tipo de verificação.

Tanto na numerologia quanto no astrologia trabalha-se com ciclos onde os símbolos (que no caso da numerologia são os números) podem ser dispostos dentro de um círculo (que é um bom símbolo para ilustrar algo cíclico). Na astrologia existem relações geométricas entre os doze signos (que são os símbolos do Zodíaco, o círculo na astrologia). Algumas destas relações são ressonantes (expressando afinidades e sinergias), e algumas destas relações são dissonantes (expressando isolamentos ou atritos). Na numerologia as relações geométricas da astrologia têm o mesmo significado, e é isso que vamos explorar agora. Observe a figura abaixo:




Por Iolanda Hollanda (numeróloga)
É possível que você não consiga visualizar a imagem se a estiver lendo por e-mail individual ou enviado por uma lista de e-mails. Neste caso você pode seguir o link (no final do e-mail) para o post no blog O Mestre Que Nada Sabe,  e assim poder visualizá-la corretamente.


Uma das relações geométricas mais ressonantes (que expressam afinidade) são os trígonos, os quais em sua totalidade formam triângulos equiláteros (com três lados iguais), tal como os dois exibidos na figura acima.(um apontado para cima e outro apontado para baixo). Observe que os números 1, 4 e 7 formam um triângulo equilátero, mas os números 2, 5 e 8 também formam outro triângulo do mesmo tipo (trace o desenho mentalmente por não estar explícito na imagem), e também os números 3, 6 e 9 formam outro (também trace o desenho mentalmente).

Isto quer dizer que 1, 4 e 7 são ressonantes entre si e, da mesma forma, 2, 5 e 8 são ressonantes entre si e, igualmente da mesma forma, 3, 6 e 9 são ressonantes entre si. Temos então três grupos de ressonância: [1, 4 e 7], [2, 5 e 8] e [3, 6 e 9].

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No entanto, há algo que preciso explicar. No post Algumas Bases Numerológicas, eu havia colocado que usaríamos 18 símbolos (ou 18 números) ao invés de 9 porém, para efeito de verificarmos a ressonância entre os números, o sistema de 9 símbolos já é suficiente (os algarismos de 1 a 9), e nos permite calcular de uma forma mais simplificada. Ainda assim, se fôssemos utilizar 18 números, os grupos de ressonância seriam [1, 4, 7, 10, 13 e 16], [2, 5, 8, 11, 14 e 17] e [3, 6, 9, 12, 15 e 18]. Para quem se interessa por astrologia (e deseja verificar o paralelo com a numerologia), cada um destes grupos, quando visualizado dentro de um círculo, formaria não apenas trígonos, mas sextis, trígonos e complementações (todos são aspectos ressonantes). Mas tudo isso são detalhes que não precisam ser utilizados neste momento.
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Enfim, temos três grupos de números ressonantes: [1. 4 e 7], [2, 5 e 8] e [3, 6 e 9]. Como descobrir que número de 1 a 9 está relacionado à sua data de nascimento? Como utilizamos apenas nove símbolos, este cálculo é extremamente simples. Tome, por exemplo, a minha data de nascimento: 01/06/1970. Siga os passos:

1. Some os dígitos: 0 + 1 + 0 + 6 + 1 + 9 + 7 + 0 = 24 (no exemplo de minha data de nascimento).
2. 24 é maior que 9, mas estamos usando apenas nove símbolos. Então precisamos reduzir de novo a partir de 24: 2 + 4 = 6 (se fosse maior que 9 de novo, reduziríamos novamente).
3. Obtivemos o número 6.

Para verificar a ressonância numerológica entre duas datas de nascimento, é preciso realizar este cálculo para cada uma das duas datas isoladamente. Se ambas estiverem dentro de um mesmo grupo ([1, 4, e 7], [2, 5 e 8], ou [3, 6 e 9]), isso significa ressonância. Se não estiverem dentro de um mesmo grupo, isso implica em dissonância.

Na prática, quando há ressonância, as pessoas tendem a se aproximar e realizar coisas juntas. Já quando há dissonância, as pessoas tendem a agir com um certo isolamento entre si. É claro que isso não significa que as pessoas não se admiram simplesmente porque há uma dissonância numerológica. A única implicação real destes aspectos numerológicos diz respeito somente a sinergias que surgem aproximando as pessoas (no caso de ressonância) ou isolando-as (no caso de dissonância) nas rotinas do dia-a-dia.

Este tipo de análise é uma ferramenta bem interessante dentro de um contexto familiar (como um indicador de quais membros tem mais afinidade entre si), ou então quando aplicado em ambientes de trabalho (onde frequentemente surgem grupos bem nítidos) e em outras situações. Por isso, como uma avaliação empírica da numerologia (e também para o auto-conhecimento, é claro), a realização deste teste pode ser bem interessante.

Enfim, o que significam estes grupos? Tomando novamente emprestado a terminologia da astrologia, já de acordo com o que foi exposto no post Algumas Bases Numerológicas, o grupo [1. 4 e 7] tem uma natureza cardinal (que busca criar algo novo, movido por um objetivo ou por um ideal). Já o grupo [2, 5 e 8] tem uma natureza fixa (que fortalece, amadurece e dá sustentação a algo que já se criou). E o grupo [3, 6 e 9] tem uma natureza mutável (que busca desestagnar situações para que possa haver abertura de novas possibilidades). Estas características podem gerar certa ambiguidade na interpretação de um mapa astrológico (sendo, por exemplo, de um signo mutável pela astrologia, mas numerologicamente de um grupo fixo..), porém esta é uma informação útil que ajuda a identificar esta ambiguidade na vida de uma pessoa.